Terapia complementar para pacientes oncológicos


A OMS (Organização Mundial da Saúde) reconhece o Reiki como terapia complementar e, em combinação com quimioterapia, foi utilizada com sucesso em pacientes diagnosticados de câncer.


Em pacientes oncológicos, o Reiki reduz os sintomas e efeitos colaterais da quimioterapia e da radioterapia, aumenta a sensação de bem estar, melhora a qualidade de vida, diminuir o medo, o estresse, a depressão e a ansiedade e promove melhor resposta do organismo ao tratamento.

Em Brasília, o Hospital de Base, principal hospital do Distrito Federal, realiza atendimento de Reiki com a autorização da Secretaria de Saúde nas várias áreas e pacientes do hospital, através do Serviço Auxiliar de Voluntários (SAV).
Em São Paulo, temos o Hospital Albert Einsten, que adota, além do Reiki, a Terapia Floral, grupos de meditação para os pacientes, yoga e acupuntura. Segundo informações do próprio hospital publicadas na imprensa de São Paulo, o Reiki é oferecido, especialmente, a pacientes com câncer. Em matéria publicada no jornal Folha de S. Paulo o cirurgião Paulo de Tarso Lima, responsável pela área de medicina integrativa, diz à jornalista Cláudia Collucci “que as técnicas são adotadas mediante evidências científicas de que funcionam e de que não prejudicam a terapia convencional”.
Em Fortaleza, o Hospital Gonzaga Mota, regularizado pelo SUS, adota o Reiki como uma de suas práticas integrativas. E a lista não pára de crescer. Em Recife, o Núcleo de Apoio à Criança com Câncer (NACC), já realiza trabalhos com Reiki há vários anos.
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Silvana Rangel CRT 43644

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