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Teoria das Supercordas - Universos Paralelos


A teoria das cordas materializa o sonho de Albert Einstein de criar uma teoria única para explicar o Universo. No século XX, a Ciência desenvolveu duas teorias que funcionam como pilares da Física.

A teoria geral da relatividade, criada por Einstein, explica como a gravidade opera em grandes dimensões, em estrelas e galáxias. Já a mecânica quântica explica como as leis da Física operam no extremo oposto, nas subpartículas atômicas.
 
Durante várias décadas, essas duas teorias só funcionavam nos próprios campos, o pequeno e o grande. Quando cientistas tentavam juntá-las - o que é indispensável, por exemplo, para entender o que se passa no centro de um buraco negro, as equações se estilhaçavam.

As supercordas surgiram como uma nova e fundamental entidade, a base para tudo o que existe no Universo. Já faz algum tempo que conhecemos os átomos e também as partículas subatômicas, como elétrons, que giram ao redor dos núcleos, e os prótons, que integram o núcleo dos átomos. Conhecemos também algumas partículas subnucleares, como os quarks, que habitam os nêutrons e prótons. Mas é aí que o conhecimento convencional empaca. A teoria das supercodas diz que existe algo menor e mais fundamental dentro dos quarks, da mais ínfima partícula subatômica, existe um filamento de energia que vibra como as cordas de um violino. E são os diferentes padrões de vibração dessas cordas que determinam a natureza de diferentes tipos de subpartículas. Isso permitiria unificar a teoria geral da relatividade com a mecânica quântica.

BRIAN GREENE



Permita-se conheça:

Você atrai o que você é...



Compartilhando texto de Eckhart Tolle

Quem nós pensamos que somos está intimamente ligado a como nos consideramos tratados pelos outros. Muitas pessoas se queixam de que não recebem um tratamento bom o bastante. “Não me tratam com respeito, atenção, reconhecimento, consideração. Tratam-me como se eu não tivesse valor”, elas dizem. Quando o tratamento é bondoso, elas suspeitam de motivos ocultos. “Os outros querem me manipular, levar vantagem sobre mim. Ninguém me ama.”

Quem elas pensam que são é isto: “Sou um pequeno eu’ carente cujas necessidades não estão sendo satisfeitas.” Esse erro básico de percepção de quem elas são cria um distúrbio em todos os seus relacionamentos. Esses indivíduos acreditam que não têm nada a dar e que o mundo ou os outros estão ocultando delas aquilo de que precisam. Toda a sua realidade se baseia num sentido ilusório de quem elas são. Isso sabota situações, prejudica todos os relacionamentos. Se o pensamento de falta – seja de dinheiro, reconhecimento ou amor – se tornou parte de quem pensamos que somos, sempre experimentaremos a falta.

Em vez de reconhecermos o que já há de bom na nossa vida, tudo o que vemos é carência. Detectarmos o que existe de positivo na nossa vida é a base de toda a abundância. O fato é o seguinte: seja o que for que nós pensemos que o mundo está nos tirando é isso que estamos tirando do mundo. Agimos assim porque no fundo acreditamos que somos pequenos e que não temos nada a dar.

Se esse for o seu caso, experimente fazer o seguinte por duas semanas e veja como sua realidade mudará: dê às pessoas qualquer coisa que você pense que elas estão lhe negando – elogios, apreço, ajuda, atenção, etc. Você não tem isso? Aja exatamente como se tivesse e tudo isso surgirá. Logo depois que você começar a dar, passará a receber. Ninguém pode ganhar o que não dá. O fluxo de entrada determina o fluxo de saída. Seja o que for que você acredite que o mundo não está lhe concedendo você já possui. Contudo, a menos que permita que isso flua para fora de você, nem mesmo saberá que tem. Isso inclui a abundância. A lei segundo a qual o fluxo de saída determina o fluxo de entrada é expressa por Jesus nesta imagem marcante: “Dai, e dar-se-vos-á.

Colocar-vos-ão no regaço medida boa, cheia, recalcada, sacudida e transbordante, porque, com a mesma medida com que medirdes, sereis medidos vós também.” A fonte de toda a abundância não está fora de você. Ela é parte de quem você é. Entretanto, comece por admitir e reconhecê-la exteriormente. Veja a plenitude da vida ao seu redor. O calor do sol sobre sua pele, a exibição de flores magníficas num quiosque de plantas, o sabor de uma fruta suculenta, a sensação no corpo de toda a força da chuva que cai do céu. A plenitude da vida está presente a cada passo. Seu reconhecimento desperta a abundância interior adormecida. Então permita que ela flua para fora. Só fato de você sorrir para um estranho já promove uma mínima saída de energia. Você se torna um doador. Pergunte-se com frequência: “O que posso dar neste caso?

Como posso prestar um serviço a esta pessoa nesta situação? Você não precisa ser dono de nada para perceber que tem abundância. Porém, se sentir com frequência que a possui, é quase certo que as coisas comecem a acontecer na sua vida. Ela só chega para aqueles que já a têm. Parece um tanto injusto, mas é claro que não é. É uma lei universal. Tanto a fartura quanto a escassez são estados interiores que se manifestam como nossa realidade. Jesus fala sobre isso da seguinte maneira: “Pois, ao que tem, se lhe dará; e ao que não tem, se lhe tirará até o que não tem.


Sobre a Alma, o Corpo, as Doenças e a Saúde



O ser humano é um ser biopsicossocial e vivencia dois princípios básicos: autopreservação e preservação da espécie. Para que isso se mantenha caminha naturalmente num processo de autorregulação, responsável pela organização da vida. Nos mamíferos, em geral, este processo de autorregulação é responsabilidade do sistema límbico, área do cérebro também conhecida como cérebro das emoções.

Sabe-se que, na evolução das espécies, em geral, tudo que vem antes é mais forte e dita as regras. Em nossa espécie humana, o cérebro das emoções é anterior ao neocortéx, ou cérebro da razão. Isto nos faz pensar em algo, aparentemente sem resposta: quem vem antes? A razão ou a emoção?

Para Hipócrates, filósofo e considerado o pai da medicina, o ser humano é uma Unidade organizada, sendo o corpo a dimensão funcional, a alma a dimensão reguladora e a doença o efeito da desorganização desta Unidade. Vemos então, que já em épocas anteriores ao calendário cristão, percebemos a nós mesmos como uma Unidade, onde vários aspectos se inter-relacionam e se complementam para formar essa singularidade que expressamos, dando-nos um senso de identidade com o qual transitamos por toda uma existência.
Na verdade, em toda literatura produzida, nas mais diversas culturas do mundo, a alusão a essa Unidade se faz presente. A Física Quântica, na sua clareza de colocações, nos oferece postulados que confirmam essa Unidade, a qual chamam de monismo, onde o físico e o psíquico mantêm uma interação e uma influência recíprocas. Já dizia Kant, filósofo alemão, que “as pesquisas que valorizam apenas o corpo anátomo-fisiológico serão sempre cenário de frustração, pois o saber sobre a doença não se reduz à anatomia e fisiologia do corpo físico.”.

Georg Groddeck, médico alemão, contemporâneo de Freud, escreveu o Livro D’Isso, obra que marca o nascimento da Psicossomática. Para ele, a doença pode ser entendida como uma criação carregada de finalidade, sentido e função expressiva. Assim, todo e qualquer tratamento deve abranger, ao mesmo tempo, o ser humano e seus sintomas.
As manifestações psíquicas – sensações, pensamentos, emoções, sentimentos etc – instalam-se na dinâmica do organismo físico e a origem da doença é determinada pela combinação entre uma vulnerabilidade orgânica específica, a psicodinâmica do paciente e a situação exterior que mobiliza seus conflitos e atinge suas defesas.

O desafio nas doenças é compreender o universo único e inédito presente no indivíduo, cuja riqueza de experiência não pode ser refletida por métodos estatísticos. É imprescindível estabelecer uma terapêutica que contemple a singularidade dos pacientes, ou seja, a Unidade.
A doença precisa ser vista como caminho para a saúde. Ela nos dá poderes para fazermos o que desejamos, sem nos sentirmos reprimidos. Ela é uma expressão de nós mesmos, que nos conta que algo em nossa Alma não vai bem. Nosso organismo físico apenas responde a essa Alma, ou Ser, ou Consciência Suprema como nomeia o indiano Amit Goswami, físico da Universidade de Oregon nos EUA e colaborador do filme Quem Somos Nós?. Portanto, saber a respeito da Alma e sua interação com o corpo e as doenças manisfestadas, é conhecer profundamente o ser único que habita em nós.

As doenças também são familiares, uma vez que a dinâmica familiar é preexistente ao ser recém-nascido. Esta dinâmica familiar é inconsciente. Os membros vão “herdando” os caminhos neuróticos de autopreservação, desenvolvidos neste grupo há muitas gerações. Essa dinâmica vai sendo aprendida, introjetada pelo bebê desde os primórdios de sua formação. Assim, é preciso conhecer também a dinâmica da família do paciente e seus mecanismos sadios e neuróticos de elaboração de conflitos. Desta forma, pode-se supor uma lógica do adoecer para os membros de um mesmo grupo familiar e trabalhar para que os sintomas não apareçam ou apareçam menos destrutivos ou possam, de fato, ser curados.
Trabalhar a prevenção da saúde da dinâmica familiar é quebrar o ciclo de formas específicas de adoecimento nos grupos familiares. Isto serve também para outros grupos, como escolas, empresas, amigos etc.

A Psicossomática Sistêmica diz que a doença se apresenta em 03 níveis, respectivamente – energético, funcional e orgânico. Por esta razão é louvável uma terapêutica que leve o paciente a trabalhar nestes níveis, de forma dinâmica e sempre interagindo-os entre si. As terapias sistêmicas e energéticas, se bem trabalhadas, com foco e intencionalidade bem definidas, são as mais recomendadas.
James Hillman, psicólogo pós-junguiano da Universidade de Dallas, EUA, nos diz que temos entes importantes se manifestando em nós. Um deles é a Criança interna, expressão pura do nosso movimento emocional. Esta entidade guarda os princípios básicos de nós mesmos no que diz respeito a lidar com conflitos. Trabalhar a Criança ou Crianças Internas em nós facilita o contato consciente com nossa expressão emocional. Outro ente é o nosso Adulto interno, nosso poder de decisão, nossa parte mais “pé no chão” que precisamos reconhecer e manter em equilíbrio. Ele é o mediador, segundo a abordagem terapêutica Análise Transacional, do canadense Eric Berne, entre a Criança interna e o Senex, ou Velho interno, ou estado de ego Pai. Este Pai interno nos chama atenção aos valores e crenças que vamos incorporando e transformando ao longo da vida. A Criança e o Velho tendem a viver em atrito: a Criança deseja e o Velho julga. Então, precisamos chamar com urgência o Adulto, para nos dizer exatamente o que fazer. Imaginem entregar algumas de nossas decisões a uma criança ou a velho rabugento permeado de preconceitos?
O problema, é que quando não estamos “senhores de nós mesmos”, ficamos à mercê desses entes, com suas mais variadas tramas. Muitas vezes reconhecemos o Adulto encarcerado e fragilizado. Ou a Criança bagunçada em suas emoções, medrosa, ou já muito “encouraçada” em mecanismos emocionais e comportamentais desorganizadores. Ou ainda o Velho Pai cheio de preconceitos, crenças limitadoras e autoritarismo ou paternalismo exagerados. E, todos mergulhados em nosso emaranhado inconsciente, tomando decisões insatisfatórias para a integridade de nossa saúde, criando mais e mais emaranhados, reforçando outros, e que em muitos momentos nos sufocam tanto, que não somos mais capazes de nos libertar. Com certeza, olharmos de frente para o que somos, para nossa Alma, é imprescindível para qualquer cura. Nela é que se encontram, de fato, os recursos necessários para empreendermos a doença ou a saúde em nós mesmos.
Outro aspecto importante para verificar, a fim de me atrever a “solucionar” o questionamento inicial deste artigo, é nos lembrarmos que nossa vida é carregada de Símbolos. Nossa cultura nos convida a encararmos os símbolos como pertencentes à fantasia. Mas, isto não é verdade! Aliás, falar sobre realidade e fantasia, com o conhecimento que há no mundo de hoje, “dá pano pra manga!”. Mas, sem sombra de dúvidas, há uma realidade física que é sólida, determinística, e outra, ou melhor, outras tantas, psíquicas, probabilísticas, que se manifestam em outros níveis da Consciência e que aparecem expressas em Símbolos.
Bem, o Símbolo escapa a qualquer definição. E, está no cerne, no centro de toda vida imaginativa. Seu trabalho é, principalmente, revelar os segredos do inconsciente, abrindo nossa alma para o desconhecido e o infinito em nós. Todas as influências inconscientes e conscientes, bem como todo produto de ações, idéias, conceitos, crenças etc, realizadas pelos indivíduos, ficam sintetizadas em Símbolos, na psique humana. Então, num processo terapêutico que guie a pessoa a entrar em contato com sua simbologia interna, é possível identificar a origem de muitas doenças e o que realmente poderá trazer a saúde.
É preciso aceitarmos, de uma vez por todas que, embora possamos agrupar por sintomas as doenças, suas causas são de ordem singular. E sintetizam-se e escondem-se e solucionam-se através de símbolos. 
Os símbolos, os quais holografamos o tempo todo, assumem formas diversas que muitas vezes nos sustentam e equilibram e outras, nos desorganizam e adoecem com suas formas obsessivas e dissimuladas. E, continuam conosco, atuantes, procurando nos manter no mesmo padrão com que foram criados, até que os reconheçamos e nos livremos conscientemente deles.
Nosso corpo físico, na verdade, é um arquivo de histórias emocionais produzidas por nós mesmos e repletas de efeitos interferentes.
Nosso cérebro é formado por células chamadas neurônios. Estes se agrupam em redes neuronais e essas redes são responsáveis pelos processos bioquímicos que o cérebro realiza. Cada local, nesta rede, está associado a uma emoção.
As emoções são a mais pura expressão do nosso eu. Tudo o que pensamos, sentimos, fazemos, desejamos e armazenamos na memória, está permeado de emoções. Segundo a Dra. Candace Pert, professora da Universidade de Georgetown, EUA, e bioquímica responsável pela pesquisa com peptídeos, as emoções são substâncias impressas holograficamente nas células do corpo físico. O hipotálamo, no cérebro, é como uma pequena fábrica de peptídeos ou substâncias que combinam com determinadas emoções que experimentamos. Então, existem substâncias para a raiva, o medo, a alegria, e também a luxúria. E, no momento que experimentamos um certo estado emocional, o hipotálamo reúne imediatamente esses peptídeos e depois os libera na corrente sanguínea, através da glândula pituitária, para diferentes partes do corpo.
Cada célula tem receptores no seu exterior. E, os peptídeos se acoplam às células para enviar sinais para o seu interior. Esses sinais carregam aquelas emoções que dispararam todo este processo e modificam a célula de várias maneiras, desencadeando uma série de eventos bioquímicos. Assim, podemos afirmar que cada célula está viva e tem uma consciência, proveniente do estado emocional disparador. As emoções são a própria vida!
Retomamos, então, a pergunta inicial: quem vem antes? A razão ou a emoção?
Decididamente, as emoções aparecem primeiro, e ditam as regras da saúde e da doença em nós. Se estivermos bombardeando as células, por exemplo, com emoções de menos-valia por nós mesmos, essas mesmas células produzirão células-filhas com mais locais de recepção para este peptídeo emocional de menos-valia e, menos locais de recepção para segurança, alegria, serenidade e todas as substâncias responsáveis pela saúde do organismo.
Ao nos depararmos com este conhecimento, devemos encarar que, se trabalharmos as nossas emoções, a nosso favor estaremos construindo mais canais para a saúde, solucionando desde simples a complicados problemas. A questão é que, na maioria das vezes, nosso Adulto interno está tão fragilizado e nossa Criança tão atuante, que esta faz com que optemos por algo ou alguém externo que nos cure, sem que precisemos fazer muita coisa para tal. Muitas vezes temos preguiça de agir e somos covardes para nos enxergarmos, e entregamos nas mãos dos outros a responsabilidade pela nossa cura. Esses outros podem ser as religiões, os medicamentos, um companheiro ou companheira, os pais, os filhos, as drogas.
Por Paula Márcia Baccelli


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Seus talentos e habilidades


Invoque os seus anjos para ajudá-lo (a) a manifestar qualquer coisa que precise para si mesmo e aqueles que ama. Você é um criador (a) poderoso: Só que nem sempre você acredita que isto é assim. Seus anjos estão com você dando-lhe coragem para ajudá-lo (la) a tomar as decisões de mudança de vida, que irão ajudá-lo a trabalhar em seu propósito divinamente inspirado. Avalie com cuidado as suas opções e se pergunte: “Qual é o caminho que me aproxima do espírito e de meu propósito?” E, então, esteja aberto para receber a orientação da comitiva de seres de luz.

Seus anjos e guias só querem que você receba os verdadeiros desejos do seu coração. Confie que isto acontecerá e tenha fé no tempo divino. Libere a necessidade de controlar como isto acontece e esteja aberto para a experiência. As coisas estão melhorando e assim, tenha paciência com a revelação do processo. Faça alguns planos de longo prazo e aja como se eles já assim existissem. Mantenha o foco nos resultados e aspectos positivos de sua vida e aja de uma forma que lhe traga uma sensação de satisfação e mais próximo da vida que você visualiza para si mesmo.

Afirmação: “Eu tenho os recursos, os talentos e  habilidades e cada passo me aproxima mais dos meus objetivos e das intenções que se manifestam em meu mundo.”
E assim é.


Você é ternamente amado e apoiado, sempre.

Os Anjos e Guias
http://www. playingwiththeuniverse.com/
Tradução: Regina Drumond